quarta-feira, 27 de março de 2013

AGENDA

DSC - UBA – Serviços da Biblioteca Municipal de Montalegre

Abril 2013

“Abril, águas mil”

“… A Biblioteca Pública é o centro local de informação, tornando prontamente acessíveis aos seus utilizadores o conhecimento e a informação de todos os géneros.”
Manifesto da Unesco sobre Bibliotecas Públicas




AUTOR(es) em Destaque


António Alves Redol (Vila Franca de Xira, 29 de dezembro de 1911 – Lisboa, 29 de novembro de 1969), foi um escritor, considerado como um dos expoentes máximos do neo-realismo português.

Biografia

“Redol tem sua origem nos espaços rurais (infância marcada pela pobreza, já que seu pai era um comerciante de pequeno porte). Em função disso, começou desde cedo a trabalhar. Presencia, desde essa altura, as péssimas condições de vida do homem rural, o que, mais tarde, vai se refletir, preponderantemente, na sua escrita.”…

Obras

Romances

  • Gaibéus (1939)
  • Marés (1941)
  • Avieiros (1942)
  • Fanga (1943)
  • Anúncio (1945)
  • Porto Manso (1946)
  • Ciclo Port-Wine:
    • Horizonte Cerrado (1949)
    • Os Homens e as Sombras (1951)
    • Vindima de Sangue (1953)
  • Olhos de Água (1954)
  • A Barca dos Sete Lemes (1958)
  • Uma Fenda na Muralha (1959)
  • Cavalo Espantado (1960)
  • O Muro Branco (1966)
  • Os Reinegros (1972)

Teatro

  • Maria Emília (1945)
  • Forja (1948)
  • O Destino Morreu de Repente (1967)
  • Fronteira Fechada (1972)

Contos

  • Nasci Com Passaporte de Turista (1940)
  • Espólio (1943)
  • Comboio das Seis (1946)
  • Noite Esquecida (1959)
  • Constantino, Guardador de Vacas e de Sonhos (1962)
  • Histórias Afluentes (1963)
  • Três Contos de Dentes Para o Ofício 4001 (1968)

Literatura infantil

  • Vida Mágica da Sementinha (1956)
  • A Flor Vai Ver o Mar (1968)
  • A Flor Vai Pescar Num Bote (1968)
  • Uma Flor Chamada Maria (1969)
  • Maria Flor Abre o Livro das Surpresas (1970)

Estudos

  • Glória: Uma Aldeia do Ribatejo (1938)
  • A França: Da Resistência à Renascença (1949)
  • Cancioneiro do Ribatejo (1950)
  • Ribatejo (Em Portugal Maravilhoso) (1952)
  • Romanceiro Geral do Povo Português (1964)
in, http://pt.wikipedia.org/wiki/Alves_Redol




Ilse Lieblich Losa ComIH Bundesverdienstkreuz am Bande (nascida Ilse Lieblich, Melle-Buer, Osnabrück, Baixa Saxónia, 20 de março de 1913 — Porto, 6 de janeiro de 2006) foi uma escritora portuguesa de origem judaica.

Romances

Literatura Infantil

Crónicas

Prémios

  • 1982: Prémio da Fundação Gulbenkian, pelo livro Na Quinta das Cerejeiras.
  • 1984: Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da obra.
  • 1989: Prémio Maçã de Ouro da Bienal Internacional de Bratislava, pelo conto Silka.[3] in, http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilse_Losa
Ações de promoção do Livro Leitura e Literacia


Em Montalegre Abril, Leituras Mil

Comemore connosco o mês de Abril, dedicado ao Livro e à Leitura, com um programa de actividades dirigido aos diferentes públicos da Comunidade.

LEIA + e melhor !

Rede Concelhia de Bibliotecas de Montalegre - RCBM


Ação -1

Dia 02 de Abril – “Comemoração do dia Internacional do Livro Infantil” – Divulgação da mensagem de incentivo à leitura junto da comunidade escolar: Bibliotecas Escolares; Escolas do 1º CEB e Jardins de Infância

Ação -2

Todo o mês: Campanha LER + em Montalegre
Destaque para os novos ambientes de Leitura: leituras digitais no ESPAÇO INTERNET

Ação -3
Dia 04 de Abril - OUTRAS LEITURAS – 

A 26 de Novembro de 1956, Fidel Castro parte para Cuba com oitenta rebeldes. Um deles é "Che" Guevara, um médico argentino que partilha com Fidel um objectivo - derrubar a ditadura corrupta de Fulgêncio Batista. Che torna-se uma força indispensável e rapidamente aprende a arte da guerrilha. À medida que segue para a frente de combate, Che é adoptado pelos seus camaradas e pelo povo cubano. O Argentino mostra a ascensão de Che na Revolução Cubana, de médico a comandante e, mais tarde, a herói revolucionário. http://cinema.sapo.pt/filme/che-el-argentino

Ação - 5

Dia 07 de Abril – LER + dá Saúde – Comemoração do Dia Mundial da Saúde



Ação – 6

De 22 a 27 de Abril – SEMANA DA LEITURA - MERGULHAR + na LEITURA -

Barroso a LER + em parceria com a comunidade educativa e Município de Boticas *


NÒS da REDE (RCBM) – (mesa redonda em parceria com a RM)… Testemunhos – MERGULHOS na LEITURA

MARATONA DA LEITURA – durante toda a semana

LER + com os PAIS

LER e reVIVER ABRIL - Exposição Bibliográfica sobre o 25 de Abril nas diferentes Bibliotecas da RCBM

À CONVERSA COM… Escritores , António Vilhena e Anabela Novais


OUTRAS LEITURAS


CRESCER A LER – atividade em intercâmbio com o Município de Boticas/ Biblioteca Municipal e Agrupamento de Escolas Gomes Monteiro – dia 26 de Abril

ITINERÂNCIAS DA LEITURA



Ação - 8

De 22 a 24 de Abril – A BMM participa nos XVI Encontros de Educação de Basto e Barroso e Encontro de Bibliotecas Itinerantes em Vila Nova de Famalicão


Ação -9

Dia 23 de Abril – Comemoração do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor* - Provas Distritais do Concurso Nacional da Leitura em Montalegre

*O Dia Mundial do Livro e do Autor é comemorado desde 1996 e por decisão da UNESCO a 23 de Abril, dia de Sº Jorge
Ação - 10

Durante todo o mês de Abril – LER + em família


Este programa conta com a parceria de diferentes instituições nacionais e locais (Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas – DGLB, Plano Nacional de Leitura –PNL, Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares –RBE, Comunidade Educativa do Concelho/Agrupamento de Escolas de Montalegre, Associação Profissional de Bibliotecários Arquivistas e Documentalistas – APBAD, Centro de Saúde de Montalegre, Associação de Pais – agentes de desenvolvimento da comunidade –

Biblioteca Digital /RNOD - BN- Fundo Local

Rede Concelhia de Bibliotecas de Barroso (RCBM) – Formação – Catálogo nas Bibliotecas do 2º/3ºciclos e Secundário


Leitores + de Março de 2013

*(Programação Específica)

UBA - Biblioteca Municipal de Montalegre, Rua General Humberto Delgado, nº358
5470 – 247 Montalegre
Telef. 276 510 200


Horário: segunda e quarta – 13.00h - 19.00h
terça, quinta e sexta – 9.00h-12.30h 14.00h-17.30h

e-mail: biblioteca@cm-montalegre.pt
pag. web: http://www.cm-montalegre.pt/biblioteca/
blogue: http://bmm.jomega.net/
facebook: http://www.facebook.com/bibliotecamontalegre

A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o corpo
                                                                                                                     Joseph Addison

terça-feira, 19 de março de 2013

Tertúlia " A Fé no tempo da Crise" 26 de Março



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Agenda Março 2013



AGENDA

DDCSCD - Serviços da Biblioteca Municipal de Montalegre

Março de 2013

“Quando em Março arrulha a perdiz, ano feliz.”

“… A Biblioteca Pública é o centro local de informação, tornando prontamente acessíveis aos seus utilizadores o conhecimento e a informação de todos os géneros.”        
                                    Manifesto da Unesco sobre Bibliotecas Públicas

LER +Poesia
Os Erros
A confusão a fraude os erros cometidos
A transparência perdida — o grito
Que não conseguiu atravessar o opaco
O limiar e o linear perdidos

Deverá tudo passar a ser passado
Como projecto falhado e abandonado
Como papel que se atira ao cesto
Como abismo fracasso não esperança
Ou poderemos enfrentar e superar
Recomeçar a partir da página em branco
Como escrita de poema obstinado?

Sophia de Mello Breyner Andresen, in "O Nome das Coisas"

AUTOR (es) em Destaque




Sophia de Mello Breyner Andresen

Literatura Contemporânea
Neo-Realismo
Biografia

Sophia de Mello Breyner Andresen

“A sua infância e adolescência passaram-se entre o Porto e Lisboa, onde frequentou o curso de Filologia Clássica. Após o casamento com o advogado Francisco de Sousa Tavares, fixa-se em Lisboa, passando a dividir a sua actividade entre a poesia e a intervenção cívica contra a ditadura de Salazar, que então dominava o país. As duas actividades não são, no entanto, separáveis: se, por um lado, foi candidata pela Oposição Democrática nas eleições legislativas de 1969, sócia fundadora da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos e, após a Revolução de Abril de 1974, deputada à Assembleia Constituinte pelo Partido Socialista, a poesia ergue-se também como uma voz da liberdade, especialmente em O Livro Sexto.
Contemporânea de Jorge de Sena, Eugénio de Andrade, Alexandre O’Neill, Tomaz Kim, José Blanc de Portugal, Ruy Cinatti, António Ramos Rosa, David Mourão-Ferreira, fez parte da geração de Cadernos de Poesia (1940-42) e colaborou também na Távola Redonda (1950-54) e na Árvore (1951-53), o que a identifica com uma prática poética que afirma um ideal de modernidade, mas que nessa afirmação valoriza acima de tudo a busca do mistério poético, aí, e só aí, se inscrevendo um sistemático trabalho de depuração formal. Sophia é um dos expoentes de uma poesia onde o culto das técnicas de expressão só em função daquela busca e sua simultânea celebração ganha sentido, nunca enquanto mera representação do real como acontecera com a geração precedente que deu corpo ao ideal neo-realista, nem como mero jogo de intuições poéticas imediatas, como o foi em grande parte a poesia surrealista que igualmente se afirmou por esses anos. Nesse sentido, esta é, no seu equilíbrio de conceitos e procedimentos, uma poesia naturalmente humana e por isso clássica no seu modo de ser moderna.
Profundamente mediterrânica na sua tonalidade, a linguagem poética de Sophia de Mello Breyner denota uma sólida cultura clássica, onde se inscreve a sua paixão pela cultura grega como referente quase sempre presente e onde a relação do signo com o mundo circundante é uma relação de transparência e luminosidade. O ritmo, a construção melódica é expressão desse equilíbrio como o é da tensão – que por isso deixa de o ser – entre a vocação pura, emocional, e o seu modo reflectido, contido, de se escrever. A inspiração poética confunde-se, por outro lado, em Sophia, com o registo e o canto das coisas lisas e essenciais, um registo de imanência, e isso lhe confere uma espécie de magia. Luz, verticalidade e magia estão, aliás, quase sempre presentes na obra de Sophia: quer na obra poética, quer na importante obra para crianças que, inicialmente destinada aos seus cinco filhos, rapidamente se transformou num clássico da literatura infantil em Portugal, marcando sucessivas gerações de jovens leitores com títulos como O Rapaz de Bronze, A Fada Oriana ou A Menina do Mar.
Sophia é ainda tradutora para português de Anunciação a Maria, de Claudel, “Purgatório” da Commedia de Dante (com prefácio do Prof. Vieira de Almeida), Hamlet e Muito Barulho por Nada, de Shakespeare, Medeia, de Eurípedes, e Ser Feliz e Um Amigo, de Leit Kristianson; e traduziu para francês poemas de Camões, Cesário Verde, Mário de Sá-Carneiro e Fernando Pessoa.”






Títulos e Sugestões de Leitura

Livros escritos por Sophia de Mello Breyner Andresen




"Hoje declarei em casa de uns amigos que a maior prova de amor que um poeta pode dar a uma mulher é a sua intimidade. Escrever versos diante dela é qualquer coisa como parir com um Cristo à cabeceira da cama."
Fonte - Diário (1936) Tema - Poeta




Miguel Torga
Literatura Moderna
3º Período: Modernismo

Biografia
Miguel Torga é o pseudónimo adoptado por Adolfo Correia da Rocha para assinar a sua obra literária. O Nome Miguel é uma espécie de homenagem aos espanhois: Miguel Cervantes, Miguel de Molinos e Miguel de Unamuno. O nome Torga, por sua vez, é uma homenagem a planta urze, também conhecida como "torga", que existia em grande número na terra natal do poeta. Miguel Torga nasce a 12 de Agosto de 1907 em São Martinho da Anta, Trás-os-Montes. Depois de cursar as primeiras letras, ingressa, em 1918, no seminário de Lamego, para fazer os estudos do Liceu, mas, por não se adaptar ao colégio, sai depois de um ano e vai para o Brasil, com apenas 13 anos, para trabalhar na "capinagem" do café na fazenda de um tio, localizada em Santa Cruz, Estado de Minas Gerais. Em 1925, retorna a Portugal, faz o Liceu e, em 1928, além de se matricular na Universidade de Coimbra, faz a sua estreia no mundo literário com o livro de poesias "Ansiedade". Durante os anos de estudante universitário liga-se ao grupo da Revista Presença. Essa revista, que teve o primeiro exemplar publicado em 10 de Março de 1927, foi o meio divulgador das ideias desse grupo, também conhecido como presencismo. Por volta de 1930 Miguel Torga e Branquinho da Fonseca (director da revista) abandonam o grupo por considerarem haver imposição de limites à liberdade criativa. Juntos fundam a revista Sinal, que teve apenas um número publicado. Em 1934 usa pela primeira vez o pseudónimo de Miguel Torga ao publicar o livro em prosa "A Terceira Voz". Dois anos depois participa do lançamento da revista Manifesto, que teve apenas cinco números publicados. A partir daí afasta-se dos grupos literários dedicando-se a medicina e à produção literária. No ano de 1939 casa-se com a belga Andrée Crabbé, que lecionava na Universidade de Lisboa. Algum tempo depois, por motivos políticos, a sua esposa é proibida de leccionar. Em 1940, graça as críticas à ditadura fascista implantada na Espanha pelo general Francisco Franco contidas na obra "O quarto dia..." levaram-no à prisão. Torga também teve alguns dos seus livros apreendidos porque, até antes do "25 de Abril", opunha-se abertamente a Ditadura Salarazista, vigente em Portugal. Depois da queda de Salazar presidiu à primeira reunião do órgão regional do centro do Partido Socialista, mas nunca se filiou a partido algum, porque não concordava com suas ideologias. Torga falece em Coimbra no dia 17 de janeiro de 1995. Na obra de Miguel Torga há o predomínio do "homem" e suas relações, harmoniosas ou não, com a terra e com o mundo. A morte e a solidão também são temas constantes nos seus escritos, que revelam não só a amplitude universal do poeta, mas também a consciência da brevidade humana.


Títulos e Sugestões de Leitura





Ações de promoção do Livro, Leitura e Literacia

07 de Março  - Outras Leituras*…    

08 de Março - Dia Internacional da Mulher  - SAIBA MAIS…

18 a 28 de Março – Programa Específico – Férias da Páscoa Na Biblioteca *

19 de Março – Dia do pai

21 de Março - Dia Mundial da Poesia (UNESCO) 


Exposição Bibliográfica – ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner – A POETISA

21 de Março- Dia Mundial da Árvore * - POEMA


25 de Março - LER + dá Saúde  - Portugal a Sorrir – Programa Nacional de Promoção de Saúde Oral  - Ação de Sensiblização pelos enfermeiros do Centro de Saúde de Montalegre na Biblioteca Municipal




Plataforma do Conhecimento /Biblioteca Digital /RNOD - BN- Fundo Local

Rede Concelhia de Bibliotecas de Barroso (RCBM) – *Em Montalegre Ler + e Melhor… nas Bibliotecas dos JI e 1º CEB


Formação – Catálogo nas Bibliotecas do 2º/3ºciclos e Secundário


Leitores + de  Fevereiro de 2013

*( Programação Específica)

DDCSCD - Biblioteca Municipal de Montalegre, Rua General Humberto Delgado, nº358
5470 – 247 Montalegre
Telef. 276 510 200


Horário: segunda e quarta – 13.00h - 19.00h
              terça, quinta e sexta – 9.00h-12.30h                14.00h-17.30h

e-mail: biblioteca@cm-montalegre.pt
pag. web: http://www.cm-montalegre.pt/biblioteca/
blogue: http://biblioteca-montalegre.blogspot.com



      facebook: http://www.facebook.com/bibliotecamontalegre



“O comportamento é um espelho no qual todos mostramos o que somos.”

Alfred Montapert






quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

11 de Fevereiro Atelier de Pinturas Faciais





quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Em Montalegre Internet + Segura